Na derivação implícita
é impossível resolver um exercício com funções diferenciáveis dadas por y=f(x).
Dizemos que uma equação da forma
y=f(x) define y explicitamente como uma função de x, pois a variável y aparece
sozinha de um lado da equação. Porém, algumas vezes, as funções são definidas
por equações nas quais y não está sozinho de um lado, como por exemplo, a equação
(ANTON, 2007).

(1)
não está na forma y=f(x). Portanto, ainda define y como
uma função de x, uma vez que pode ser reescrita como
Assim, podemos dizer que (1)
define y implicitamente como uma função de x, sendo essa função
Uma equação em x e y pode implicitamente definir mais
de uma função de x. Isso pode ocorrer quando o gráfico da equação não passa no
teste da reta vertical, e portanto, não é gráfico de uma função. Por exemplo,
se resolvermos a equação do círculo (ANTON, 2007).
x2 + y2
= 1 (2)
para y em termos
de x , obtemos y=+/- (1 – x2)1/2; assim, encontramos duas
funções que estão definidas implicitamente por (2), isto é:
f1(x)=
(1-x2) 1/2 e f2(x)= -(1-x2) 1/2
(3)
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS,
Stephen L.. Cálculo 1. 8.ed. PORTO ALEGRE: Bookman, 2007. 581p.
By Jéssica Inácio de Sousa