terça-feira, 31 de março de 2015

Albert Einstein

 Dia 18 de abril irá fazer 60 anos que uma das mentes mais brilhantes da história nos deixou.

   Albert Einstein um físico teórico alemão, que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos dois pilares da física moderna (ao lado da mecânica quântica). Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico", que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica.

Conheça outros fatos sobre a vida de Albert Einstein:
  
  •  Einstein tinha apenas 26 anos quando publicou, em 1905, seus quatro artigos científicos que mudariam o mundo.
  •  Suas descobertas foram feitas de modo não tradicional. Os artigos foram produzidos fora do horário de expediente, longe de laboratórios, de colegas com quem discutir e até mesmo de uma biblioteca adequada. Para muitos historiadores da ciência, foi o mais brilhante trabalho amador da História.
  • Einstein já visitou o Brasil! Foi ao Rio de Janeiro em 1925 para fazer conferências e observar um cometa que justificaria sua teoria de gravitação. Aproveitou o passeio para conhecer os principais pontos turísticos da cidade, como o Pão de Açúcar e o Corcovado.
  • O físico era pacifista e defendia uma postura anti-guerra, mas suas descobertas sobre matéria e energia foram usadas para criar a bomba atômica. Em 1939, enviou uma carta ao presidente dos Estados Unidos Franklin Roosevelt, alertando sobre a possibilidade do desenvolvimento de artefatos nucleares alemães. O gesto deu origem ao Projeto Manhattan nos EUA e daí às bombas de Hiroshima e Nagasaki. Em 1954, ele diria ao amigo Linus Pauling que a carta a Roosevelt foi o maior erro de sua vida.
  •  O físico morreu em 17 de abril de 1955 nos Estados Unidos, devido a uma hemorragia interna causada por um aneurisma abdominal. Tinha 76 anos.
  • Durante a autópsia, o patologista do Hospital de Princeton, Thomas Stoltz Harvey, removeu o cérebro de Einstein para preservação e pesquisa. Partes do cérebro do físico ainda circulam por aí. Recentemente, 46 porções pequenas foram adquiridas pelo Mütter Museum, um museu médico nos Estados Unidos.


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